A minha
poesia não é preleção,
é
provocação...
É pra
se entender do jeito que quiser,
como
convier...
É pra
atingir quem sente o que escrevi
ou,
então, pra ninguém
e até
pra, também, ignorar ou pra não se entender...
É pra
compreender
que a
minha poesia não quer só ser minha,
que a
minha poesia não quer ser Poesia,
mas,
sim, tem seu fim.
A minha
poesia é só uma transcrição
daquilo
que grita lá em meus porões,
dos
meus calabouços e recônditos confins...
E por
ser assim,
a minha
poesia, quiçá, quer ser lida,
atingir
afins e ser digerida;
A minha
poesia antes de exposição,
quer
penetração.

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