Fogem-me
a verve,
o
verbo, a lira...
Toda a
minha sorte
verte-se ao caos.
Letras
à morte;
Estancam-se
as poesias.
E agora
a lida?
Inútil,
o ócio,
traz-me
o opróbrio.
Vago,
vazio rasgo o âmago,
sangro
as dores às cruas feridas.
E
agora, a vida, sem a lira, sem a verve
e sem a
lida se mostra gélida
sem ter
a poesia
Vã,
ela, já não me serve...

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