
Sobre o chão pegadas dos falsos passos,
gotas de silêncio, ócio maculando a
razão...
Lágrimas escondidas,
sonhos ao desdém como objetos vãos
esparramados ao léu.
Insensatez e ganância, berços da ilusão;
no final, vômitos de água e sal,
pouco é o que sobra ...
Não há reticências, só réstias na aurora
e noites na escuridão.
A paz que carrego não é minha
nem o peso é da cruz que me sublima.
Eis que grito em protesto
escarro sobre o sorriso espúrio,
findo o engano e busco a libertação.
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